Amor de alma!
Devaneios existenciais de uma Filha em busca do parir-se, ser Mãe de si mesma, para então engravidar/fertilizar no gozo com/do Outro.
"É tempo de se falar, mostrar e compartilhar o conhecimento das mulheres, de uma maneira mágica, mística. É tempo de as mulheres descobrirem mais sobre seus próprios mistérios - seus processos de mesntruação e nascimento e os ciclos de suas emoções. É tempo de compartilhar isso com os homens. Muitas mulheres dizem: 'O que posso compartilhar? Eu mesma não compreendo.' Bem, é tempo de elas se voltarem para dentro de si mesmas e dizer: 'O que é isto que estou sentindo? Se tivesse de explicar a alguém o que é ser uma mulher, o que diria? O que posso fazer para me tornar mais como deusa num corpo de mulher - mais uma criadora de magia?' A Deusa interior é aquela que sabe - que leva informação de um sistema para outro."
Terra: Chaves Pleiadianas para a Biblioteca Viva - Barbara Marciniak
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
dó-ré-mí-Nina
Amor de alma!
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
O sagrado feminino.
A Deusa escondida
Em sonhos da mulher.
Guardo a terra no céu,
E a Amante deitada em
Estrelas de cetim e papel.
Sou todos os arquétipos.
Sou a Mãe e a Amazona.
Sou aquela de quatro faces.
Sou a que reparte o
Pão e a paixão.Sou a paz
E também a intuição.
Guardo em mim
O sagrado feminino.
E tenho alecrim
Para curar a tua ferida.
Sou a natureza atrevida
Da terra e da lua.
Vestida, estou nua.
E nua, talvez eu seja tua.
Carrego o fogo
Eterno do saber.
Carrego o sabor,
Do segredo
Sou o portal,
Sou o caminho
Para o divino.
Sou a essência
Do próprio destino.
Dentro de mim,
O sagrado feminino.
A alma da Grande Deusa.
A beleza de ser
Uma mulher.
Karla Bardanza
Ler mais: http://www.luso-poemas.
domingo, 26 de agosto de 2012
Círculo de Mulheres da Lua Cheia
Ê balão em espiral que incendeia
Imensidão cor do sol que mareia
Furacão corpo luz que rodeia
Em noite de Lua Cheia!
sábado, 21 de julho de 2012
Celebração do Dia
Celebração da deusa assíria da vegetação Nana , a mãe de Attis, que veio a se tornar consorte amado da deusa Cibele. Segundo a lenda, Nana ou Nina era a ninfa que concebeu Attis enquanto carregava uma romã sobre seu seio. No entanto, fontes mais antigas mencionam que o nome de Nana, em seu significado de “rainha”, era um dos antigos atributos da deusa babilônica Isthar ou Inanna, como padroeira das cidades Ninevah e Lagash.
Nos países eslavos, reverenciava-se a deusa Nan como a criadora da vida e, na África, Nanã Buruku, como a deusa anciã da água e da terra, responsável pela criação dos seres humanos.
Extraído do livro "Anuário da Grande Mãe" de Mirella Faur.

