"É tempo de se falar, mostrar e compartilhar o conhecimento das mulheres, de uma maneira mágica, mística. É tempo de as mulheres descobrirem mais sobre seus próprios mistérios - seus processos de mesntruação e nascimento e os ciclos de suas emoções. É tempo de compartilhar isso com os homens. Muitas mulheres dizem: 'O que posso compartilhar? Eu mesma não compreendo.' Bem, é tempo de elas se voltarem para dentro de si mesmas e dizer: 'O que é isto que estou sentindo? Se tivesse de explicar a alguém o que é ser uma mulher, o que diria? O que posso fazer para me tornar mais como deusa num corpo de mulher - mais uma criadora de magia?' A Deusa interior é aquela que sabe - que leva informação de um sistema para outro."

Terra: Chaves Pleiadianas para a Biblioteca Viva - Barbara Marciniak

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

dó-ré-mí-Nina


"A dó-ré-mi-Nina chegou ao mundo em dia de números místicos:
7 cores do arco-íris, 7 notas musicais e mais algumas simpatias
transformaram-se em graciosas melodias
desde às 7 horas quando o sol riscou o grande Poti na cidade de Natal.
Veio através da música, grunidos de dor e alegria,
Ais sonoros esborrotados de magia e contorcionismos dançantes,
que faziam no corpo-canal cordão vibrante uma sinfonia primal. 
A loba, a leoa, a tigreza, a vaca fértil, a porca leiteira
e todas as fêmeas da Natureza
se aproximaram pra celebrar a dádiva do ciclo vital.
Chegaram através do Homo que de sapiens é mais felinens,
caninens, macaquiens e equiniens e todos os bichos do mato;
Quando na hora certa do parto, na imensidão da noite escura,
constelação de câncer cruzou sem frescura,
e a bela Nina rompeu os véus dos dois mundos,
com força, destreza e formosura,
trazendo luz e amor desde sua casa-útero!!!"


Nina nasceu dia 07 do 07 de 2012. Um dia depois de sua chegada ao mundo, eu iniciei esta poesia. Alguns meses depois, ela se concluiu. 
GRATIDÃO Zinha e Nina por me permitir estar presente naquele dia fora do tempo! 
Amor de alma!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012


Venham se juntar conosco, nutrir amor pelos nossos corpos e ventres, curando emoções e despertando nossa Deusa Interior.
A Mãe Terra vibra amor quando suas filhas se unem em irmandade!


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Guardo em mim
O sagrado feminino.
A Deusa escondida
Em sonhos da mulher.

Guardo a terra no céu,
E a Amante deitada em
Estrelas de cetim e papel.

Sou todos os arquétipos.
Sou a Mãe e a Amazona.
Sou aquela de quatro faces.
Sou a que reparte o
Pão e a paixão.Sou a paz
E também a intuição.

Guardo em mim 
O sagrado feminino.
E tenho alecrim
Para curar a tua ferida.
Sou a natureza atrevida
Da terra e da lua.
Vestida, estou nua.
E nua, talvez eu seja tua.

Carrego o fogo
Eterno do saber.
Carrego o sabor,
Do segredo
Sou o portal,
Sou o caminho
Para o divino.
Sou a essência
Do próprio destino.

Dentro de mim,
O sagrado feminino.
A alma da Grande Deusa.
A beleza de ser
Uma mulher.

Karla Bardanza


Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=53869#ixzz1GbNHS37b

domingo, 26 de agosto de 2012

Círculo de Mulheres da Lua Cheia



Avó Lua chama, chama
Em sua fase cheia, chama
Ventre-vela que alumeia
É clarão cor de fogueira

Ê balão em espiral que incendeia 
Imensidão cor do sol que mareia
Furacão corpo luz que rodeia
Celebrar com o coração
Em noite de Lua Cheia!

sábado, 21 de julho de 2012

Celebração do Dia

21 DE JULHO

Ano Novo maia, celebrando vários deuses e deusas como Tonantzin, da terra; Akewa, do Sol; Huitaca, da água; Coatlicue, a serpente lunar; Ix Chel, da fertilidade; Xochiquetzal, do amor; Chicomecoatl, do milho; Mayauel, das estrelas e dos sonhos; Chalchiuhtlique, da água e Teteu Innan, da cura.

Celebração da deusa assíria da vegetação Nana , a mãe de Attis, que veio a se tornar consorte amado da deusa Cibele. Segundo a lenda, Nana ou Nina era a ninfa que concebeu Attis enquanto carregava uma romã sobre seu seio. No entanto, fontes mais antigas mencionam que o nome de Nana, em seu significado de “rainha”, era um dos antigos atributos da deusa babilônica Isthar ou Inanna, como padroeira das cidades Ninevah e Lagash.

Nos países eslavos, reverenciava-se a deusa Nan como a criadora da vida e, na África, Nanã Buruku, como a deusa anciã da água e da terra, responsável pela criação dos seres humanos.

Fonte: Teia de Thea
Extraído do livro "Anuário da Grande Mãe" de Mirella Faur.


E VAMOS CELEBRAR!!!! =)